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Quem não deseja experimentar o Livre Mercado?

Artigo de Opinião – Por Raphael Ribeiro, Associado II do Instituto Líderes do Amanhã

Essa questão deveria ser retórica, pois gozar da liberdade em todas as instâncias é um anseio inato aos indivíduos. Todos os indivíduos buscam viver à própria maneira, segundo os próprios valores e moral. No entanto, existem alguns que, por malícia ou ignorância, optam por ideias coletivistas e intervencionistas, julgando ser a melhor opção para todos. Porém, a principal premissa para a existência do Livre Mercado é a liberdade individual, e esta jamais pode estar subordinada ao bem estar da maioria.

Estabelecer uma Economia de Mercado talvez seja o principal sonho dos liberais. Porém, para torná-lo realidade, há a necessidade de garantia e proteção real da propriedade privada, sendo um dos mais essenciais, um Estado de Direito forte, que mantivesse a validade dos contratos e não permitisse mudanças arbitrárias nas regras do jogo, principalmente as que favorecem os “amigos do rei”. Liberdade de comércio e do consumidor, um sistema bancário central e independente e a inexistência da intervenção do Estado na economia.

Quando listados assim, parece tão simples implementá-los, que ouso comparar a uma receita de bolo. Selecionar os ingredientes, preparar a massa, levar ao forno na temperatura adequada, retirar e servir à gosto. Entretanto, a realidade é bem diferente disso, talvez a qualidade correta, seja amarga. Pois desde a existência do homem e sua organização em sociedade, o ataque à Liberdade e à Propriedade Privada são constantes e cruéis.

Os coletivistas e burocratas experimentam as benesses do Livre Mercado há séculos e, mesmo assim, buscam anulá-lo para garantir a dominação dos indivíduos e a imposição de suas ideias. Alguns se apropriam, inclusive, de discursos com ideias liberais, simplesmente para dissuadir os mais leigos e garantirem o poder sobre a sociedade, às custas dos que fazem a Economia girar. Temos exemplos claros desse cenário, como o controle de preços, intervenção em empresas estatais, desapropriação de bens sem justificativa e perdão de dívidas tributárias de empresas “parceiras”. Absurdos que tornam inviáveis ou anulam todos os princípios de uma Economia Livre.

Essa realidade é o que todos nós vivenciamos no Brasil e no mundo. Diariamente sofremos abusos contra o Estado de Direito. Eles nos roubam a liberdade, propriedade e os direitos, de maneira despótica, e estamos num estado quase letárgico, paralisados. Isso é a representação do medo desses que tentam impor domínio sobre a maioria, pois eles sabem que a liberdade econômica, como Ron Paul, médico e político estadunidense disse, é a melhor proteção contra eles, contra esses tiranos, pois limita seus poderes de governo sobre as nossas vidas.

Portanto, se ainda queremos desfrutar de um pleno Livre Mercado, não só em sonhos ou ideias, mas na realidade palpável, que paguemos o preço da Liberdade, a nossa eterna vigilância.

Autor

Raphael-Ribeiro-dos-Santos

Raphael Ribeiro dos Santos

Associado II

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